
Ainda não existem quaisquer datas previstas para a estreia deste filme.
Fonte: http://www.tvi24.iol.pt/cinebox/ryan-reynolds-highlander/1358218-4059.html

"Highlander" é um filme original de 1986, no qual se apresenta pela primeira vez a personagem de Connor MacLeod. Interpretado por Christopher Lambert, o Imortal via-se eternamente envolvido em batalhas com os seus congéneres, já que, no final, apenas pode haver um.
O sucesso da película original desde logo levou à criação de séries e mais filmes inspirados no mesmo conceito - e até bebendo da mesma história e personagens.
Recentemente, e cerca de 23 anos depois do lançamento da película original (que em Portugal recebeu o título de "Duelo Imortal"), sabe-se agora que haverá um remake de "Highlander".
A informação disponível adianta ainda que o realizador de tal remake deverá ser Justin Lin, o mesmo de "Velocidade furiosa". Já quando ao elenco, permanece desconhecido.
Fonte: http://www.cinema.iol.pt/noticia.php?id=1091131&div_id=2903
Sendo uma série de tv com criatividade e excelentes momentos visuais, "Os Imortais" (no original, "The Highlander") trouxe notoriedade ao actor Adrian Paul, para sempre relacionado com Duncan MacLeud. No entanto, embora as espectativas fossem razoáveis, o filme ficou aquém do que seria de prever. O filme situa a acção num cenário futurista de destruição e caos, no qual surge a necessidade de procurar o primeiro Imortal, de modo a acabar com a sua ameaça. Duncan Macleud surge como uma personagem dividida entre a sua imortalidade e o amor que sente por Anna, uma mortal. Tal como na série, Adrian Paul interpreta vividamente tal conflito.
Os problemas do filme começam no momento em que nos é apresentado o vilão. Com uma imagem absolutamente grotesca, todos os seus maneirismos e tiques chegam mesmo a tocar o
cómico. A personagem, interpretada por Cristian Solimeno, está mal construída, retirando credibilidade e intensidade dramática ao filme, que inclusive chega a provocar gargalhadas na audiência.
As monumentais cenas de luta, efeitos especiais e explosões ajudam a disfarçar a falta de argumento que, a partir de certa altura, se torna gritante. Assim, a filmagem capta uma série de persoagens-tipo, que vão interagindo sem grandes surpresas, até chegar ao desastroso final. Em lugar de uma épica batalha entre o "Bem" e o "Mal", vemos um uso excessivo de fast-motions, com efeitos especiais mal empregues e um colorido que parece retirado de um livro inf
antil, que culminam num brevíssimo diálogo truncado abruptamente.
Resta ainda acrescentar que a excelente banda sonora da série, pautada por músicas dos Queen, foi "restaurada", surgindo no filme uma série de remakes que não fazem de todo justiça à obra original.